Arte, talento e conversão -entrevista para o canal Vida de Homem

Nossa vida deve estar em conformidade com aquilo que falamos, e esse testemunho pode ajudar a inspirar outras pessoas. Falar sobre nossas dificuldades, pecados e erros nos torna mais próximos uns dos outros e contribui na caminhada. Pensando nisso, acredito que seja muito útil o conteúdo que você vai acompanhar no artigo de hoje.

Quando as pessoas não pensam, falta o argumento e sobra o ódio

Pense comigo: como uma pessoa que defende o amor deseja o mal e a morte de quem pensa diferente? Vemos muito ódio em todos os lugares e tentam destruir todo o tipo de ideia contrária usando o que existe de mais baixo. Não se tenta argumentar, mas destruir a pessoa. Rezemos para que as pessoas possam ter contato com o único amor verdadeiro: o amor de Deus. Onde Ele está, não existe ódio e divisão.

A busca pela justiça e a verdade através fé em Deus

Viver longe da verdade é um grande perigo e vagar pela vida se perdendo em caminhos duvidosos é uma triste realidade para muitos. Quando não buscamos a verdadeira sabedoria, ouvimos qualquer voz maligna e somos levados por uma corrente de pensamentos destrutivos, que acabam influenciando decisivamente em nossas ações e nossa vida como um todo. Precisamos buscar a justiça e a verdade através da fé em Deus e da meditação.

Alguns raciocínios de G. K. Chesterton que o mundo não consegue acompanhar

G.K. Chesterton foi um escritor, poeta, filósofo, dramaturgo, jornalista, palestrante, teólogo, biógrafo, literário e crítico de arte inglês. Com uma sabedoria bem humorada, criativa e profunda, o inglês nos impacta pelo conhecimento transmitido em suas obras.

Entendendo a profundidade da felicidade do Natal

Feliz Natal! Mas onde está a verdadeira profundidade da felicidade do Natal? Analisando as condições da noite do nascimento de Jesus, podemos perceber que era uma situação triste e desfavorável humanamente falando: A Família de Nazaré foi rejeitada e obrigada passar aquela noite despojada de tudo, no total desconforto e abandono. Qual a felicidade aí?